quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

TABAGISMO X CIRURGIA PLÁSTICA

Tabagismo é risco para cirurgia plástica
Nos Estados Unidos, cirurgiões estão deixando de operar pacientes que fumam mais de um maço por dia A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que 5 milhões de pessoas morrem anualmente de doenças relacionadas ao cigarro - só no Brasil, são 80 mil mortes anuais. Os 56 milhões de fumantes brasileiros têm 20 vezes mais chance de desenvolver câncer de pulmão do que uma pessoa que não fuma. E num mundo voltado para a beleza como o nosso, a primeira vítima do tabagismo é a aparência do fumante. A grande vilã da história é a nicotina - um líquido tóxico existente nas folhas do tabaco e que já era utilizado em 1690, na França, como inseticida. "Além de causar a dependência, a substância tem efeito vasoconstritor na microcirculação sanguínea. Ou seja, reduz o diâmetro dos pequenos vasos, dificultando o aporte de oxigênio e de nutrientes que as células recebem por meio do sangue. Como consequência, a pele perde o viço e começa a envelhecer precocemente", afirma o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada. No Brasil, o cigarro ainda é responsável por 97% das mortes por câncer de laringe, 25% por doença do coração, 85% por bronquite e enfisema pulmonar e 25% por derrame. Além disso, são sete vezes maiores as probabilidades de se ter úlcera e câncer de estômago. A vasoconstrição causada pela nicotina compromete o processo de cicatrização após as cirurgias. Durante uma cirurgia que envolve o descolamento do tecido cutâneo, há uma natural diminuição da vascularização. Ou seja, a associação desses dois fatores: cigarro + cirurgia potencializa os efeitos negativos sobre a pele. Por essa razão, cirurgiões plásticos americanos estão deixando de operar pacientes que fumem mais de um maço de cigarros por dia. Além do risco de necrose e gangrena, há possibilidade de abertura da sutura e de a pele voltar a enrugar em razão da menor sustentação dos tecidos. Segundo Ruben Penteado, "devido ao seu efeito vasoconstritor, o cigarro reduz a oxigenação do fluxo sanguíneo e retarda o processo de recuperação no pós-operatório. Além disto, compromete o sistema respiratório, deixando o paciente mais suscetível a infecções, problemas de cicatrização, necrose e intercorrências referentes à anestesia, trombose e embolias", explica o médico. Sem dúvida, ninguém desconhece a influência do fumo no câncer de pulmão, em outros tipos de câncer e nas enfermidades cardíacas. "Entretanto, a maioria das pessoas não sabe que existe uma relação causal entre o tabagismo e as complicações pós-cirúrgicas. Há, de fato, a necessidade de muita educação e divulgação para que as pessoas realmente sejam melhor informadas sobre este fator de risco, que é modificável, por isso mesmo é tão importante", defende o diretor do Centro de Medicina Integrada. OBID
Fonte: FOLHA DE LONDRINA-PR

6 comentários:

alanzinho disse...

muito bom mas poderia ser melhor

rere bom

Mazinho disse...

é ninguém ta nem ai pra isso hoje em dia..
pode passa no jornal ki isso ta matando ki ninguem ta nem ai...
abraços e otimo seu blog...




http://bombadigital.blogspot.com/

Marco Antonio disse...

Já tinha lido a respeito, acho que no G1...

Cigarro é uma droga mesmo.
Consegui parar... mas não é fácil, viu?

Fire disse...

Cigarro sempre fez mal em tudo...

mesmo assim eu continuo fumando ><

Ah! Eu não planejo fazer cirurgia plástica u.u

ótimo blog, Abraço!

Gui disse...

Eu não fumo e não pretendo fumar, e cirusgia plástica? quem sabe...
afinal, nunca diga nunca não é.
Um grande abraço e até.

Ricardo P. disse...

É evidente que deve-se atentar a essas questoes e mais que isso procurar clínicas que nunca deixem de indicar como é o caso da Pro Corpo, onde fiz minha Plastica de nariz e indico a voces http://www.procorpoplastica.com.br
Abraco